Vidas Alternativas 23/03/2015
23 Mar 2015 |

Sobre nós

OBJECTO SOCIAL:

Lutar por uma sociedade cosmopolita e diversificada, em igualdade de oportunidades.

Desejavelmente, as sociedades aspiram a ser livres, abertas e inclusivas: não se querem monolíticas, totalitárias nem exploradoras.

Contudo, muitos indivíduos e grupos são social (e institucionalmente) classificados de forma discriminatória, assistindo aos sistemáticos impedimentos de concretização dos seus direitos doutrinariamente consagrados, bem como a recusas por parte dos poderes instituídos de estabelecerem programas de intervenção eficazes para a mudança de tais desigualdades sociais injustas.

Crianças, mulheres, homossexuais, imigrantes, ex-presos, trabalhadores precários, etc., permanecem frequentemente excluídos do acesso pleno à cidadania, pelo simples facto de não se lhes reconhecer estatuto social. ” Vidas Alternativas ” é uma associação de pessoas interessadas em manifestar solidariedade a todos os que vejam os seus modos de vida atacados por preconceitos estigmatizantes.

Para esse fim, há que dar voz a todos os indivíduos e grupos sem voz, designadamente na comunicação social e nos vários meios audio-visuais disponíveis. O Movimento cívico ” Vidas Alternativas “, em particular o programa de rádio homónimo, visa ser um meio disponível eficaz para a produção e difusão de discursos legitimadores de vidas alternativas.

 

VIDAS ALTERNATIVAS – MOVIMENTO CÍVICO

Projecto de rádio em linha que apela à participação cívica e política. Trata-se de um espaço organizado por gente livre à procura de solidariedades globais e locais e que decidiu explorar o ciberespaço enquanto oportunidade de novas liberdades.

Comissão Instaladora:
Antonio Serzedelo – Presidente

Vogais:
Antonio Dores – ACED
Luis Mateus – R&L
Margarida Martins – AMCV
Miguel Duarte – MLS

 

ANTONIO SERZEDELO

QUEM É ANTONIO SERZEDELO, O MENTOR DO VIDAS ALTERNATIVAS?

Antonio Serzedelo – Licenciado em história pela Universidade de Lisboa, nascido em 1945, fez os estudos liceais em Lourenço Marques, Moçambique.

Formação em jornalismo com um estágio, no Centre de Formation de Journalistes do “Le Monde-Paris, 1974. É o mais antigo militante activo, da causa homossexual em Portugal, pois foi um dos subscritores e dos mentores do 1º documento fundador desta causa, o Manifesto “Liberdade para as Minorias Sexuais”, lançado em 13 de Maio 1974, e publicado no jornais “Diário de Lisboa”, e “Diário de Notícias” de Lisboa. Provocou uma reacção muito dura na época, da parte do General Galvão de Melo, membro da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril, que veio à RTP, então única tv, afirmar que o 25 de Abril não se fizera para os homossexuais e prostitutas reivindicarem.

Foi Presidente do ”Comité Portugues de Direitos Humanos do Povo Palestiniano” durante 10 anos, até 1992.

Foi membro do gabinete do General Franco Charais no Conselho da Revolução, até ao final.

Adminstrador do semanário O Ponto e jornalista do mesmo, assim como estagiário no “D.N”, 1975. Membro activo da cooperativa de cinema “Cinequipa”. Foi activista do movimento Anti-APartheid no “Conselho da Paz e Cooperação” até ao fim do apartheid, na República da África do Sul e Rodésia, e activista da Paz. Co fundador da associação Abril, fundada por ex pintassilguistas. Foi correspondente em Lisboa, da rádio comunitária de Paris, “Rádio Clube Portugues de Paris”, até à sua extinção.

Foi activista e co-responsável do movimento, “AS Gravuras Não Sabem Nadar”, com a arqueóloga Mila Simões de Abreu e Dra. Isabel do Carmo, pela salvação das grutas de Foz Coa. Foi fundador da Associação Opus Gay – associação independente, fundada no dia 28 de Junho 1977, pela defesa dos direitos humanos das minorias sexuais. Deixou a presidência algum tempo. Foi fundador do único programa de rádio gay português, regular, “Vidas Alternativas” na rádio Voxx em 1999, ainda emitido semanalmente por várias rádios universitárias, e locais, de Norte a Sul do país, que hoje continua noutros moldes www.vidasalternativas.eu.

Tem múltiplas intervenções em jornais/revistas locais e nacionais, rádios locais/nacionais e televisões, intervindo na luta contra a homofobia, as discriminações, pela Igualdade, pelas Uniões de Facto e seu alargamento, pelo casamento entre pessoas do mesmo sexo, pela adopção, pela IVG, e em movimentos cívicos. É membro da associação “República e Laicidade”, co-fundador do blogue independente,”Fórum Social Português”, “Sociofonia” e igualmente do Fórum Social Português, do qual se distanciou, e fundador, e membro da direcção da Associação “Portas Abertas-Servas Portugal” associação de viajantes internacionais que defendem a Paz entre os homens.

Esteve num movimento na luta contra a pedofilia em Lisboa. Foi activista e esteve até ao fim do referendo, pelo movimento a favor da IVG com associações cívicas. Fez parte da lista de António Costa, PS, á vereação de Lisboa, como suplente e independente nas últimas eleições autárquicas. Na Associação Opus Gay de que voltou a ser Presidente, criou também uma extensão contra a violência doméstica e homofobia, em Évora com o apoio do QREN/CIG. É director do mensário de Setúbal “O Sul”, e ainda em Setúbal é co-fundador da associação “Homens contra a Violência. Integra o grupo de 200 personalidades públicas que assinaram uma petição ao Governo, sobre o mau trato de animais e a favor da esterilização dos cães e gatos, e tem estado envolvido nas negociações ministeriais para levar a cabo esta iniciativa.

Antonio Serzedelo

Contactos:

telemóvel: 962 400 017

email: anser2@gmail.com